30 de setembro de 2013

Consumidor se prepara para a saída das lâmpadas incandescentes

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Desde julho, as incandescentes acima de 61W não podem ser mais produzidas ou importadas. Apesar de o comércio só começar a sentir o impacto desta medida a partir de junho de 2014, quando elas não poderão mais ser comercializadas, já é possível notar a mudança do consumidor na hora de escolher o produto nas prateleiras. No blog, já abordamos as cinco razões para dizer adeus às incandescentes e buscar soluções mais eficientes que consomem menos energia e trazem mais benefícios.

Conversamos com o diretor de marketing da Lâmpadas Golden, Flavio Takeda, e ele informou que a maior parte dos consumidores está migrando para a fluorescente compacta, conhecida como lâmpada econômica por sua  durabilidade 8 vezes maior e o baixo consumo frente à incandescente. 

A outra opção de substituição às incandescentes que já começa a conquistar o consumidor é o LED. Este produto é procurado por quem está mais preocupado com design e inovação, já que o custo  de compra ainda é alto. “As camadas de baixa renda, forçadas a fazer a migração de tecnologia com a retirada das incandescentes do mercado, buscam a alternativa mais barata disponível, no caso a lâmpada fria. Já uma parcela menor tem migrado diretamente para o LED porque gosta”, afirma Takeda.

Entre os que optam pelo LED, o quesito custo é colocado em segundo plano, prevalecendo aspectos relacionados a vantagens tecnológicas, tais como possibilidade de dimerização e controle de cor, temperatura de cor mais agradável comparado à lâmpada fluorescente compacta e diversidade de formatos que imitam as incandescentes.  Segundo Takeda, “neste grupo, a busca pela eficiência não é fator desencadeador de compra, mas uma decorrência”.

A indústria de lâmpadas enfrenta a dificuldade de garantir um retorno de investimento rápido equiparado ao investimento inicial na aquisição da tecnologia LED. Takeda avalia que não existe dúvida quanto à vantagem do investimento, mas alerta o consumidor para estar atento à grande oferta de produtos com tecnologia LED no mercado com preços mais atrativos, porém com componentes de segunda linha que comprometem a qualidade e o desempenho. Em sua opinião, “esta enxurrada de produtos de baixa qualidade no mercado só será superada quando o governo incentivar um programa de normatização”.

Embora o consumo de LED no país venha crescendo cerca de 30% ao ano, segundo dados da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação) ele representa somente 10% do consumo nacional. As indústrias de iluminação apostam no crescimento doméstico do LED. Segundo projeções da Golden, até 2017 cerca de 50% dos lares brasileiros usarão LED.

Que o LED é a tendência em iluminação não há dúvidas. Aos poucos o consumidor vai tomando conhecimento de suas vantagens e percebendo que a troca de uma lâmpada vai muito além  da escolha da potência.

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4 comentários

  1. ataide honorato ferreira disse:

    sera que nao da para instalar estas fitas de led com dimmer

  2. Marcello disse:

    Olá !
    Uma dúvida: por que não se recomenda acionar uma lâmpada fluorescente com um temporizador (“timer”) ?
    Obrigado
    Atenciosamente
    Marcello

    • Blog da Lâmpadas Golden disse:

      Marcello, bom dia!

      Se for o “timer simples” (ou seja, serve apenas para programar o acendimento e o desligamento da lâmpada), não há nenhum problema!
      O problema será se o “timer” for também um sensor de presença, no caso queimará a lâmpada rapidamente.

      Obrigado por comentar!

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