2 de agosto de 2012

Eficiência energética na iluminação para escritórios

Em empresas, é cada vez mais comum o quesito iluminação não ter muita importância. Ilumina-se com o que tiver, e se tiver. Só que uma iluminação inadequada é prejudicial à saúde dos trabalhadores e, consequentemente, ao desempenho no trabalho.

Sala de reunião desprovida de janelas recebe luz natural pela parede de vidro do corredor e possui muitos recursos de iluminação para aumentar o bem estar dos usuários.

Sala de reunião desprovida de janelas recebe luz natural pela parede de vidro do corredor e possui muitos recursos de iluminação para aumentar o bem estar dos usuários.

A falta de cuidados ao iluminar ainda acarreta baixa eficiência energética e contas altas, por pontos de luz desperdiçados, janelas com persianas fechadas todo o tempo e o uso excessivo e constante de ar condicionado. Antes de tudo, o projeto arquitetônico do escritório deve favorecer a luz natural, além de não deixar salas de reunião e estações de trabalho em pontos que não tenham janelas. As persianas fechadas podem evitar o incômodo da luz do sol, mas não evitam o aumento da temperatura no ambiente. O ar condicionado também tem o seu lado vilão, pois obriga as janelas a ficarem fechadas e, portanto, impedem a ventilação natural em momentos que seria desejável.

“Ah, mas o prédio tem fachada de vidro, iluminação natural não é problema”. O inconveniente desse tipo de fachada é que as camadas de vidro ficam à frente das vigas e pilares, que são pintados de preto para que não apareçam. A camada de ar que é formada por conta disso aumenta a temperatura interna, aumentando a carga térmica que o ar condicionado tem que retirar.

A iluminação natural é grande aliada nos escritórios, mas não substitui a luz artificial. E o grande objetivo da iluminação artificial é o conforto visual adequado para as pessoas exercerem as tarefas. O projetista especializado deve verificar, pela norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR 5413, o nível de iluminação adequado para o tipo de atividade que será exercido naquele local. A iluminação não deve ser nem excessiva, nem insuficiente.

O nível de iluminação não deve ser o mesmo na empresa toda. Há locais de circulação que não necessitam a mesma luminosidade que uma mesa de trabalho, por exemplo.

A escolha de lâmpadas mais eficientes e a colocação dos pontos de luz em locais ideais, mas sem perder a finalidade, são fatores primordiais para a eficiência energética na luz artificial. Leandro de Barros, da Lâmpadas Golden, informa que o lighting designer precisa de um conhecimento amplo das tecnologias disponíveis. “O conhecimento é importante para que o projetista tenha parâmetros técnicos e possa avaliar a solução mais eficiente. Um exemplo é o uso de lâmpadas fluorescentes tubulares: um novo projeto pode ter lâmpadas T8, entretanto, sabe-se que o uso de tubulares fluorescentes T5 é mais eficiente, ilumina melhor e economiza mais”, afirma.

Além da utilização das lâmpadas tubulares, está crescendo a adesão à tecnologia LED na iluminação geral de escritórios. É comum aplicar luz de destaque em plantas, quadros e logos para tirar a frieza do ambiente corporativo.

Home Office

Para escritórios montados em casa, o ambiente deve ser funcional, mas sem deixar de ser agradável e confortável. A iluminação natural também deve ter importância, através de uma janela ampla. Mas deve-se tomar cuidado com o reflexo da luz natural no monitor, pois esse reflexo é prejudicial e atrapalha a visão.

A luz geral deve ser homogênea e preferencialmente na cor de luz branca, que tem um efeito estimulante, já que a luz amarela pode ter o efeito de relaxar o usuário, o que não é produtivo. A luz geral não é suficiente e deve ser somada a uma luminária focada na mesa.

Fonte: www.betterhomeandgarden.org

Fonte: www.betterhomeandgarden.org

 

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