8 de outubro de 2011

Lâmpada Incandescente completa 132 anos

lampada

Talvez o norte-americano inventor das lâmpadas incandescentes, Thomas Edison, não imaginasse que sua invenção fosse tão duradoura e se tornasse tão persistente no século XXI, conhecido por grandes revoluções na tecnologia e no modo de vida dos humanos. Mesmo depois de 10 anos do apagão que atingiu o Brasil em 2001, as lâmpadas incandescentes estão presentes em 50% das residências brasileiras.

Com a necessidade de substituir o lampião a gás em casas, a lâmpada incandescente completa 132 anos desde seu primeiro acendimento com duração de mais de 40 horas, o que concluiu a sua invenção. A ideia da energia elétrica já existia, mas a durabilidade era um problema. Edison tentou usar filamento de carvão, ligas metálicas e até bambu, mas o que provou ser mais durável foi o filamento de carbono, que depois foi coberto com o bulbo de vidro e foram inseridos algodões carbonizados que, com o nível de aquecimento certo, poderia produzir luz.

O acendimento da lâmpada foi no dia 19 de outubro de 1879 e ela só apagou três dias depois, data que ficou conhecida como o dia da invenção da lâmpada elétrica. Com isso, a luz dos lampiões a gás foi aos poucos substituída por pequenas redes elétricas, limitadas inicialmente aos centros urbanos. Até os anos 90, não concebíamos outra fonte de luz doméstica que não a lâmpada incandescente.

Thomas Edison continuou trabalhando em soluções para energia economicamente viável, já que antes daquele momento a iluminação tinha aplicações somente nas comunicações e na metalurgia.

Em dezembro do mesmo ano, aconteceu a primeira demonstração pública do sistema de Edison, quando foi implementado um sistema complexo de energia no laboratório Menlo Park. O inventor passou os anos seguintes criando soluções para o setor.

A primeira demonstração pública da invenção do sistema de Edison foi em dezembro do mesmo ano, quando o laboratório Menlo Park ganhou um sistema compledo e complexo de energia. Não satisfeito, Edison passou os próximos anos desenvolvendo sistemas para o setor. Influenciado profundamente pela vida moderna, criou também a vitrola e a câmera de cinema. Durante sua vida, teve mais de 1093 patentes e divulgou diversas de suas invenções em público.

Atualmente, a lâmpada incandescente é formada por filamentos de tungstênio, metal que só se funde numa temperatura de 3422°C. Todo o ar atmosférico presente nas lâmpadas é retirado na fabricação, para que o filamento não entre em combustão e se queime, e é substituído por nitrogênio, argônio e criptônio.

A luz incandescente deve ser substituída nas prateleiras brasileiras até 2016, a exemplo de outros países que já proibiram a comercialização do produto, pelo seu alto consumo de energia. Não é por menos: 80% da lâmpada gera calor e somente 20% emite luz. Ganhamos novas fontes de energia mais eficientes, econômicas e duráveis, mas dificilmente qualquer nova tecnologia de lâmpada persistirá por tanto tempo quanto a invenção do “pai da era elétrica”.

O inventor

Thomas Alva Edison nasceu em 11 de fevereiro de 1847, na cidade de Milan, Ohio, Estados Unidos e morreu em 18 de outubro de 1931, com 84 anos. Ficou conhecido pela invenção da lâmpada elétrica em 21 de outubro de 1879 e possui 1.093 patentes nos EUA e 1.200 patentes em outros países. Algumas das criações mais importantes é o fonógrafo, o telégrafo duplex e o microtelefone.

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